sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Vamos falar sobre réplicas de forma sincera ?


 Para iniciar esse post quero pedir para que só siga lendo se você está disposto a desconstruir seus pensamentos. Se está aberta a ver outros pontos de vista, e principalmente, se desprender da dualidade rasa do "réplica é errado/certo",okay? O primeiro ponto que precisamos entender é por qual motivo existem réplicas e a quem elas servem.


Seja na comunidade de moda lolita ou na nossa dita vida normal, a réplica surge como uma forma de adquirir um produto que um ídolo usa, mas que nós não teríamos acesso pelo valor elevado; a réplica foi uma forma que pessoas de renda mais baixa conseguiram de acessar estéticas e se identificarem com pessoas como Riannah, Lady Gaga, Lil Nas X ou Misako Aoki. 


"Mas Tay isso é luxo, não é algo essencial como comida". Realmente é luxo, não é essencial como comida. Mas precisamos entender que é do ser humano buscar fazer parte de um grupo, estar inserido nele. Para isso,  é necessário fazer certos ritos, e qual faz mais parte da comunidade de moda lolita que adquirir uma peça de marca japonesa como  Baby, AP, IW e até minha queridinha Meta? Tanto pela construção da nossa sociedade consumista e capitalista, quanto pela própria comunidade de moda lolita que se apropria muito disso.


As pessoas que consomem dessas marcas são vistas como lolitas melhores, mais descoladas, uma lolita de verdade, ganham mais repercussão e espaço. "Mas Tay, esse pensamento não foi desconstruído principalmente na comunidade Br?", em partes sim, ainda temos algumas que destoam, mas o foco não é esse. Nosso foco é entender o por quê de pessoas comprarem réplicas, principalmente de marcas maiores e que muitas vezes não tem tamanhos inclusivos. A compra desses produtos “piratas” é feita para que se sintam pertencentes a uma comunidade, seja ela nacional ou internacional, e mesmo que o pensamento de "preciso comprar Brand Jp para ser uma lolita de verdade" esteja em desconstrução na comunidade Br, ele ainda é muito forte .


Acima de tudo precisamos entender que a réplica, seja ela na moda lolita ou de Gucci, é uma forma que uma parcela das pessoas usa para burlar um sistema que as exclui, não importando a questão de tamanhos ou financeira. Quem compra réplica não é um ser malvado, um vilão do Mario ou de mangá shoujo, que tem suas ações pensadas para prejudicar o protagonista, marca ou artista .


"Aí Tay, mas desvaloriza o artista dessas marcas". Sendo bem sincera, se formos ver as políticas de emprego do Japão vamos dizer que não é exatamente a réplica que os está desvalorizando. Podemos aqui inclusive entrar na questão de pagamento dos funcionários, de artistas que não são as estrelas da marca, e inclusive da produção do tecido. 


É importante pontuar que uma coisa é comprar réplica de uma marca que tem uma grande indústria - sim, as marcas japonesas que são referência no estilo são grandes indústrias; se desprender dessa ideia de que existe uma costureira que com seu pó de Pirlimpimpim fez milhares de novos vestidos da AP é URGENTE. Outra coisa são ateliês realmente pequenos como A Bruxa Madrinha e Annah Hel; essas lojas contam com no máximo 1 ou duas costureiras que ganham, às vezes, um salário mínimo ou menos, sendo que elas acumulam funções.


Quando você replica essas lojas pequenas você está diretamente tirando dinheiro de pessoas que realmente precisam, quando você replica Baby e AP está tirando dinheiro de uma empresa que fez collab com a Disney. "MAS TAY, É OU NÃO É PRA COMPRAR RÉPLICA ?". Primeiro que não estou aqui para dizer o que deve ou não fazer, mas sim pra te fazer refletir sobre. O que posso te dizer é que: sim, você vai ser um escroto se comprar réplica de marcas menores, mas se alguém te julgar ou atacar por ter réplica da AP o escroto vai ser a pessoa. 




terça-feira, 19 de outubro de 2021

Réplicas e culpabilização gordofobica

 


Quando iniciei a falar sobre gordofobia e o problema que lolitas gordas sofrem no meio, seja para comprar, serem aceitas ou se encaixarem no meio, recebi muitas mensagens de apoio concordando e compartilhando suas dores. Mas,  também recebi comentários que discordam do texto e diziam que "não era bem assim".

Dois comentários em particular me marcaram mais. Em um deles, a pessoa diz que “ser gorda ou ter toda essa dificuldade para comprar peças não era justificativa para replicar marcas” (Observação: eu nunca falei sobre réplicas em nenhum dos meus textos até agora ) e o outro comentário era que o que "sujava a comunidade eram lolitas gordas que usavam réplica”.


Eu demorei muito tempo, talvez até demais, para entender que isso não tem só ligação com condenar réplicas e sim com condenar o corpo gordo que se atreve a achar uma saída para usar uma roupa que quer. Enquanto nossa comunidade é tão lotada de problemas como racismo, xenofobia, bullying, elitismo e tantas outras coisas ruins, uma pessoa gorda que achou uma saída para um problema, ser considerada o que suja a imagem da comunidade é insanidade.  O corpo gordo é visto como algo ruim, detestável, nojento e doente; que não merece se sentir bem.


O problema não é a réplica mais, não é o dinheiro que a Brand milionária perde ou a desvalorização da artista, o problema é a gordofobia!


Entendam, não tô aqui pra dizer "réplica é certo" ou "réplica é errado", se descolem dessa dualidade desnecessária e rasa! Eu tô aqui para fazer vocês pensarem. Você saberia que aquela peça, daquela marca, é uma réplica se não fosse uma pessoa gorda usando ? Não né ? Você só sabe que aquilo é uma réplica porque a marca não faz tamanhos maiores, e você sabe o porquê, já conversamos sobre isso em outros textos .


No final quem fica de errado não é a marca que exclui parte do seu público, mas sim as que são excluídas e tentam uma forma de burlar essa exclusão. Termino esse texto com uma frase de Paulo Freire: " não confunda a reação do oprimido com a violência do opressor ". 









quinta-feira, 5 de agosto de 2021

A comunidade tóxica e a quem ela serve

Olá meus amores 💕
Hoje vamos falar de um tema que tô a tempos querendo falar: comunidade tóxica na moda lolita!
Para início de conversa, precisamos entender que sim, gostando ou não, as comunidades nacionais e internacionais de moda lolita tem problemas e isso é indiscutível, mas precisamos entender que de alguns poucos anos atrás para agora, a comunidade BR mudou muito.

"Mudou nada, me mostra onde mudou!"
Bom, antes de 2017, que considero um grande divisor de águas na comunidade nacional, nós éramos muito ligadas a grupos internacionais e, principalmente, reproduzimos muitos comportamentos ruins dessas comunidades, que geralmente são muito grandes e pouco moderadas, tais como: participamos em sites de hate, tínhamos sites nacionais de hate e bullying e aqueles que achavam normal eram mais vocais e se sobressaiam sobre quem achava errado. Havia muita gente que batia palmas e considerava engraçado e certo. Se a comunidade internacional faz, o que nós impedia de fazer também? Havia muita falta de bom senso e maturidade.

Em 2017, tivemos o retorno do meeting nacional. Esse evento visava reunir todas as pessoas de nossa comunidade. Talvez eu esteja fantasiando, mas desde então sinto que somos uma comunidade mais unida e que se propôs a melhorar. Pudemos ver, através desse meeting, que somos muitas comunidades de pessoas diversas, vindas de vários estados do país, todas colocando amor e esforço na nossa moda. Vimos que ódio e bullying não são legais, vimos que abraçar nossas novatas é importante e que devemos ser bons exemplos, para que elas não reproduzam comportamentos que agridam, ofendam ou alienem outras pessoas. 

Esse sentimento de união tem ajudado a produzir uma comunidade melhor, mas ainda temos muito o que melhorar.

Um dos pontos a se melhorar é que continuamos repetindo que a “comunidade é tóxica” sem nunca descrever e procurar resolver esses problemas.

"Espera aí!! Então você quer que eu não fale que comunidade é tóxica?!?!"

Não.

O que quero é que façamos um exercício de reflexão e autocrítica. Devemos nos questionar sobre como melhorar nossas comunidades. Como podemos atingir e influenciar positivamente nosso círculo de amigos? Como criamos espaços seguros? Não falo para tomar ações gigantescas, mas ações reais, como acolher quem está sendo atacado, não divulgar sites de ódio e evitar tretas desnecessárias. Você faz isso ou, quando surge a oportunidade, vai lá e repete "a comunidade de moda lolita é tóxica” enquanto joga lenha na fogueira?

Você sabe a quem serve essa atitude conflituosa? Exatamente, serve a valentões e pessoas mal intencionadas. São pessoas que não querem que a comunidade cresça, que tenha pessoas diferentes participando, não querem pessoas buscando melhorar a comunidade e mudando as coisas. Eles querem que as pessoas sintam medo de entrar e, ao entrar, que reproduzam seu comportamento cruel. Um ambiente assim jamais iria florescer e criar algo saudável e legal de participar.

Por isso, não podemos apenas repetir que a comunidade é tóxica! Temos que entender que ela pode ser permissiva com mau comportamento ou ter um pacto coletivo pelo bem-estar de todos os participantes. De fato, a comunidade nacional melhorou e é possível tomarmos a iniciativa para melhorar cada vez mais.
Me diz como você quer melhorar a comunidade?

Texto inscrito em conjunto com a Annah Hel

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Moda Lolita 'não' está morta


 Olá meus unicórnios amadinhos!

Em algum momento da sua vida dentro da comunidade de moda lolita você já deve ter lido em algum lugar que a moda estava morrendo, principalmente a uns 10 anos atrás, esse foi um tema bem recorrente nas comunidades mundo afora. A questão é: da onde o povo tira isso? 

Pode-se dizer que existem 3 grandes fatores para as pessoas acreditarem nisso, sendo eles: a gentrificação de Harajuku, que favoreceu muito grandes fast fashion como por exemplo Forever 21, e fez ateliês menores fecharem com o aumento do valor do aluguel. Isso fez com que muitos turistas também fossem para essa área, e vocês sabem como tem turista babaca né? Muitos tratavam o pessoal adepto da moda alternativa como uma atração pública (eu explico mais sobre como isso é ruim no texto sobre assédio na moda lolita), fazendo com que muitos alternativos saíssem dessa área, que é uma referência para modas alternativas, e fossem para outros bairros.

Outro ponto são as mudanças das formas de consumo de roupas. As revistas que eram "bíblias" da moda estão fechando, lojas fechando e pontos de encontro. Claro que eu acrescentaria aqui também que a vida adulta já não permite que a pessoa se dedique tanto a moda como antes. Tudo isso acaba culminando nesse último ponto: pessoas dizendo que a moda está morta ou morrendo porque a moda já não está mais como era a 5, 10 ou 15 anos atrás. É importante entender que a moda alternativa, seja ela lolita ou qualquer outra, se modifica com o passar dos anos. 

Podemos notar essas mudanças com o passar dos anos. Quando eu entrei para moda lolita em 2012 era extremamente difícil comprar roupas importadas de marcas como Angelic Pretty. Já em 2014 muita coisa mudou, foi um boom o uso de tecidos transparentes em blouses, coisa que seria impensável alguns anos antes, o acesso a importação também ficou bem mais facilitado. Depois, em 2017 a Kera uma das revistas mais icônicas do meio alternativo, parou de ser publicada fisicamente e isso foi um surto na comunidade. Mesmo a revista sendo publicada online e com correspondentes em vários países (inclusive no Brasil) e em 2020. Mais recentemente, tivemos uma pandemia mundial que faz a modificação do consumo de moda lolita, até mesmo os meets presenciais não existirem. Claro que há outras maneiras de nos unirmos em meio a pandemia com eventos online, como a AP fez.

Vocês devem estar pensando agora "Aí Tay, mas pessoas que gostam de cultura japonesa não conhecem a moda lolita e confundem com loli”. Primeiro que esse tema moda lolita e loli é algo para outro texto, mas a 10 ou 20 anos atrás as pessoas também não conheciam a moda. A questão aqui não é sobre a moda ser super conhecida, algo ser conhecido não significa estar vivo e com muitas pessoas usando, ou ter super marcas de sucesso, isso ajuda, mas não é questão. O que mantém uma moda viva são as pessoas que usam ela. Então, enquanto tiver alguém querendo usar moda lolita, colocar um lindo vestido cheio de babados, laços e uma saia de armação com monster poof (quem aí pegou a referência?) a moda lolita estará viva, talvez com menos gente e de uma forma diferente, mas ela estará viva. 


quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Guia como saber se uma loja é amigável com pessoas plus size




Vc já ficou com medo de comprar em alguma loja por conta do seu tamanho?Ou vc dono de loja já pensou 'Cara como posso ser mais amigável com pessoas plus size ?Quero deixar claro que aqui é um espaço seguro para elas mas não sei como fazer.' ?

Então muita calma nessa hora ,muita hora pra essa calma e vem comigo conhecer esse guia que serve tanto pra vc dono de loja ,quanto pra vc consumidor plus size .

1) A loja terá fotos de seus produtos em diferentes tamanhos de corpos.
2) A tabela de medidas da loja será para pessoas reais com corpos reais.
Uma coisa que tenho observado muito é que diversas lojas alternativas possuem uma tabela bem bizarra de tamanhos, por exemplo peças com 79cm cintura estão sendo catalogadas como G/GG. É importante saber que quando a loja tem esse tipo de tabela fica bem claro a qual tipo de corpo a loja quer ser associada e mesmo que tenha o famoso custom size, já está claro que quem produz não tem noção de corpos reais ou não quer "fugir do padrão".
3) Tem custom size e não cobra a mais por isso.
Até entendo se o valor for um pouco mais alto (apesar de não concordar) quando o tamanho é feito com base nas suas medidas, mas quando se tem medidas tabeladas e principalmente irreais cobrar a mais de pessoas gordas nada mais é que penalizar o outro pelo seu tamanho.
4) O plus size é realmente plus size.
Muitas lojas dizem fazer tamanhos maiores, mas a maioria nem chega aos 100cm de busto ou passa dos 90cm de cintura (alô certas marcas de moda lolita).
5) Apoiam influenciadores de todos os tamanhos e/ou dão voz as pessoas que se identificam como plus size.






quinta-feira, 21 de maio de 2020

Assédio na Moda Lolita

Hoje eu vou falar de algo que não é tão legal no meio da moda lolita, irei falar de algo que várias pessoas que usam o estilo sofreram alguma vez e/ou ainda sofrem. O assunto de hoje é o assédio que quem vive no meio da moda lolita sofre.
     Quando se fala em assédio precisamos entender que ele é toda aquela perseguição insistente e inconveniente em que o alvo é uma pessoa ou um grupo. As pessoas dentro da moda lolita sofrem assédios extremamente específicos e algumas acabam sendo agredidas.
Neste texto irei dividir o assédio em três categorias, o que não significa que são os únicos tipos, porém são os que mais chegaram até mim através de relatos.
      O primeiro tipo de assédio é o feito por fetichistas e/ou homens que insistem em ligar a moda a pedofilia ou algo que remeta ao cunho sexual. A questão dos fetichista é bem chata e irritante visto que a moda não tem ligação nenhuma com nada de conteúdo sexual ou do meio fetichista. O estilo lolita é sobre pessoas que gostam de se vestir com rendas e babados. Esses fetichistas (que compõe um grupo específico que não vou citar o nome para não lhes dar palco ) insistem em colocar fotos de pessoas do meio lolita em seus fóruns, praticam assédio em quem usa a moda através de mensagens, tentam se passar por usuários da moda e, nos casos mais graves, chegam a divulgar locais de meets para que outros fetichistas compareçam. Entenda, não tenho nada contra o fetichismo. Vc pode ter o fetiche que quiser, desde que seja com outro adulto e principalmente de forma CONSENSUAL!!! Não é legal tentar enfiar seus fetiches em pessoas que não fazem parte do meio e sem consentimento, isso constitui assédio sexual, é um crime grave e asqueroso.
      Outro tipo de assédio que acontece bastante é quando quem usa moda lolita sai na rua com as roupas do estilo e ,por algum motivo, algumas pessoas acham que por usarmos algo diferente do que é considerado normal nos tornamos algo "público” e pássiveis de qualquer ação sem um diálogo prévio. Então algumas dessas pessoas acham que podem nos abraçar, tocar, levantar nossas saias e até mesmos nós agredir fisicamente. 
    Eu reuni uma série de relatos de meninas do meio que são assustadores, porque literalmente as pessoas acham que podem nos tratar como um objeto. Um dos "consensos" ou ponto comum entre esses relatos é que a maioria dessas ações vêm de homens e que ao serem ignorados ou receberem uma resposta negativa, simplesmente ameaçam fisica ou verbalmente, alguns até com armas brancas, e tentam intimidar aos gritos as meninas. E uma coisa que gostaria de dizer que me deixa assustada, porém não surpresa é que ninguém se dispôs a ajudar as pessoas agredidas. Em um dos casos temos até um relato de um soco no olho em meio a entrada de um evento de cultura pop japonesa, mas ninguém fez nada simplesmente por crer que o agressor e o agredido eram amigos. Não sei vocês, mas eu não dou soco no olho de nenhum amigo meu.
      Mas não são apenas as pessoas de fora da comunidade moda lolita que tem esse tipo de atitude, infelizmente, algumas pessoas do meio acabam praticando assédio e, nos casos mais extremos, bullying. Não vou me aprofundar tanto nesse quesito, pois quero no futuro fazer um texto apenas sobre isso e dando dicas de como não ser uma pessoa tóxica no meio e como lidar com as que são.
     O que quero que entendam é que nos três tipos de assédio que relatei aqui, há algo em comum: a necessidade de colocar a sua vontade pessoal acima de outro ser humano. Acontece uma desumanização do outro indivíduo e desrespeito para que ele caiba em expectativas e em regras sociais de desejo do agressor ou assediador. Dando exemplos concretos: quando fetichista usam imagens de pessoas que não querem estar envolvidas com aquilo de nenhuma forma, além do roubo da imagem de uma pessoa há a questão de desumanizar e desrespeitar, você objetifica o outro para que ele caiba no que você acha certo ou desejável sem pensar na vontade individual do mesmo. A mesma explicação podemos "jogar" ou aplicar em pessoas da comunidade, que levam muito mais em conta a estética do meio ou a imagem de uma marca do que os sentimentos do outro.
      O que temos que entender que todos os tipos de assédios, vindo do fetichista mais escroto ou de uma pessoa do meio da moda lolita, é algo sujo, desumano e errado. Não podemos e não devemos aceitar de nenhuma forma esse tipo de atitude.
      Todos merecem respeito e ter sua integridade física e psicológica respeitadas.




quinta-feira, 12 de março de 2020

Review de comprinhas na Gee Resin

Olá meus amados unicórnios,como vocês estão?
Espero que todos estejam bem !
Hoje o post do blog é sobre uma comprinha que fiz com a maravilhosa da Gee Resina ,estava me coçando já para adquirir coisinhas dela !!
A Gee é uma artista daqui de Porto Alegre- Rio Grande do Sul ,ela trabalha com resinas e literalmente faz seu sonho virar realidade.Eu amo pode comprar de artistas da região pois ajuda a valorizar eles e tem a praticidade de pode pegar em mãos ,algo que é uma benção com o valor do frete tão alto .
Quando eu entrei em contato com a Gee foi na época do meet pokémon,acho até que na semana do mesmo,ela me tirou todas dúvidas possíveis sobre o produto e se mostrou muito solicita sobre a forma de entrega.Infelizmente meus horários no trabalho andavam bem bagunçados então não consegui ir buscar o colar com ela ç.ç
Maaaas a Gee acabou indo no meet e foi super divertido! Além de pode troca um papo maravilhoso,tive a oportunidade de comprar mais coisinhas com ela .Ao todo eu comprei dois colares e duas pulseira que dei para uma amiga .
Os colares são de resina e muito bem feitos ,não tinham rebarbas e possuem um acabamento MARAVILHOSO .Mas o que eu realmente amei ,além dos tamanhos e cores ,foi o feicho do colar "Doll" .Gente o feicho é um nó regulável !!! Você consegue diminuir ou aumentar o tamanho e sem passar trabalho!!Sério nota 10 pela criatividade!!
Fotinho do feicho colar "Doll" :

Falando do tamanho eles são perfeitos e tem um bom equilíbrio de tamanho ,nada muito grande que vá dificultar o uso e nem pequeno de mais que vá sumir no meio do outfit.Aqui em baixo vou colocar a comparação de tamanho entre os dois colares e mostrar o tamanho usando minha mão como medida .
Comparação de tamanho entre o colar "Doll" e "Cute" :
Comparação de tamanho usando de medida a palma da minha mão :


No quesito de durabilidade eu gostei bastante,tirei várias fotos com eles e aguentaram bem .Claro que você não pode sair quebrando/forçando ou sentar em cima ,mas acredito que eles aguentam o uso comum .
Eu usei eles para as minhas fotos no Museu mais doce do mundo,versão poket que veio para Porto Alegre.Vou deixar aqui embaixo algumas fotos dos colares sendo usados em outfit ♥️


Gostei muito do trabalho e da Gee Resin,super recomendo e espero assim que possível poder adquirir mais coisinhas da loja dela .
É isso meus amados ,espero que tenham gostado do meu primeiro review e que tenha ajudado a divulgar o trabalho dessa mulher maravilhosa ♥️
Beijinhos ❣️